Revista Encontro X (V.3 N.04-2019) ISSN 2596-0024.

II CONGRESSO NACIONAL RADIOLOGIA EM FOCO

 

PERCEPÇÃO DOS ESTAGIÁRIOS DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA SOBRE AS MEDIDAS DE RADIOPROTEÇÃO - VÍDEO-ARTE*

CANTUÁRIA, Aline de Souza; CARREIRA, Luciana Brandão

 

RESUMO

O objetivo deste estudo foi descrever a percepção dos estudantes do Curso Superior de Tecnologia em Radiologia acerca das medidas de Radioproteção regulamentadas pela Portaria 453/98. Para a realização deste estudo, foi elaborado um questionário, a fim de avaliar uma amostra causuística de 27 participantes convidados a participarem espontaneamente da pesquisa, sendo todos iniciantes da prática no estágio. Os resultados demonstraram lacunas no conhecimento sobre radioproteção e uma percepção da metodologia de ensino enfadonha e meramente decorativa. Assim, como ferramenta de intervenção no ensino, houve a produção de um vídeo-arte, como promoção à melhoria da articulação teórico-prática do processo ensino-aprendizagem.

PALAVRAS-CHAVE: Radiologia, educação médica e diagnóstico por imagem.

A UTILIZAÇÃO DO QUIZIZZ.COM COMO MÉTODO AGREGADOR DE APRENDIZAGEM NO CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA                                     

                                                                                                                  PAZ, JÚNIOR Valdetrudes

RESUMO

O presente traz informações sobre a utilização da plataforma virtual gratuita quizziz para agregar aprendizagem no curso Técnico em Radiologia, atuando como um complemento metodológico ao conteúdo disciplinar ora utilizado na didática educacional, em contra partida visando analisar a utilização pelos alunos e aceitabilidade.

PALAVRAS-CHAVE: Radiologia, quizziz, questões e aprendizagem.

HISTÓRIA DOS RAIOS X E O INÍCIO DA PROTEÇÃO RADIOLÓGICA

BARBOSA, Eduardo Almeida Vieira; SILVA, José Rubens da

RESUMO

A história da radiologia começou com Wilhelm Conrad Röentgen, físico alemão, que graças a sua curiosidade perante os raios catódicos fora do tubo, em 8 de novembro de 1895, envolveu um tubo com uma cobertura de papelão preto e, por algum tempo, ficou observando as descargas elétricas que lhe aplicava. Röentgen percebeu que um cartão de platino cianeto de bário brilhava debilmente durante as descargas. Após pesquisar, descobriu um novo tipo de energia que até então era desconhecida a qual chamou de raios X. Como eram desconhecidos os efeitos dessa nova energia, quem estava constantemente em contato com a radiação acabava sofrendo dos efeitos dos quais hoje já conhecemos, por exemplo, quedas de cabelo, casos de câncer e podiam até haver amputação partes do corpo. Somente após 1904, descobriram o que os novos raios eram capazes de fazer, e foi após o falecimento de Clarence Dally, assistente de Thomas Edison, devido à exposição a essa nova energia, foi que médicos e físicos passaram a testar alguns tipos de materiais para ver quais seriam capazes de barrá-los. A Medicina Nuclear começou com Antoine Henri Becquerel com o estudo de materiais que produziam um tipo de radiação semelhante às emissões de raios X no ano de 1896. Por volta de 1930 começaram os primeiros exames radiológicos, passando a ser considerada uma maneira segura e não invasiva de diagnóstico para o paciente. Este trabalho conta com algumas informações retiradas de livros de história, artigos científicos e sites com matéria cientifica. Os equipamentos que conhecemos hoje existem graças a Röentgen pela sua descoberta e revolucionou o diagnóstico e as imagens no interior do corpo.

PALAVRAS-CHAVE: História da radiologia, raios X, doenças e proteção radiológica.

MEDIDAS DE SEGURANÇA EM RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA

 MOTA, Amanda Aparecida Alves Ferreira

 

RESUMO

A Radiologia Intervencionista (RI) tornou o profissional das técnicas radiológicas cada vez mais presente no bloco cirúrgico, exposto à radiação ionizante. As medidas de proteção radiológica (PR) proporcionam ao indivíduo ocupacionalmente exposto (IOE) formas seguras de minimizar e acompanhar as doses recebidas. Porém, há subestimação dos Equipamentos de Proteção Radiológica (EPR’s) devido ao desconhecimento dos IOE sobre os danos causados pela radiação, além de não haver um controle rígido da exposição pela gestão hospitalar, em relação ao cumprimento das normas estabelecidas. O presente trabalho tem como objetivo apresentar as principais medidas de PR e as principais dificuldades na adoção destas, visando destacar sua importância na RI, proposto como revisão de literatura, realizado na base de dados Google Academy, utilizando como termos de busca: “Radiologia Intervencionista”, “Escopia”, “Proteção Radiológica” e “Dosimetria”. A partir deste trabalho foi possível inferir que a adoção de medidas necessárias para minimizar as doses recebidas pelos IOE é dependente da mudança de postura dos profissionais que lidam com a radiação ionizante em seu trabalho cotidiano. Apesar da necessidade de intervenções administrativas por parte da gestão hospitalar para garantir as condições ideais de segurança, é determinante o engajamento da equipe em relação ao uso correto dos EPR’s e à adesão dos programas de proteção radiológica. Portanto, gestão hospitalar e profissionais das técnicas radiológicas compartilham a responsabilidade sobre a segurança em Radiologia Intervencionista.

PALAVRAS-CHAVE: Radiologia intervencionista, escopia, proteção radiológica e dosimetria.

SEGURANÇA DO PACIENTE E RADIOPROTEÇÃO EM SERVIÇOS ODONTOLÓGICOS

BARROS, Oliveira Martins; LASEVICIUS, Cristina de Araujo

RESUMO

Trata-se de um estudo de revisão de literatura com o objetivo de identificar fatores que comprometem a segurança do paciente relacionados a não utilização da adequada proteção radiológica e identificar estratégias para a promoção da radioproteção em serviços de odontologia. Os fatores que comprometem a segurança do paciente durante a realização de procedimentos radiológicos odontológicos levantados foram: não utilização do avental de chumbo e protetor de tireoide pelo paciente e seus acompanhantes; tempo de exposição elevado;  não questionamento a pacientes sobre possível gravidez;  não revisão do aparelho de raios X;  filme armazenado erroneamente; utilização de método manual e inspeção visual na revelação do filme; ausência de negatoscópio; ausência de sinalização visual (trifólio); não utilização de posicionadores e o desconhecimento ou não cumprimento das normas básicas de radioproteção por cirurgiões-dentistas. As estratégias propostas apontam para o uso de sinalização de radiações ionizantes através do uso do trifólio na sala; aviso aos pacientes e acompanhantes sobre necessidade de uso do avental plumbífero e do protetor de tireoide; aviso sobre dar ciência ao cirurgião-dentista em casos de gestação; equivalência de chumbo das vestimentas com plúmbico; acondicionamento adequado do avental de chumbo; educação e engajamento dos pacientes; competência técnica, atualização profissional, conscientização e aplicação dos regulamentos de proteção radiológica pelos profissionais. Considera-se a importância da realização de novos estudos como subsídios para alocação de recursos e para o aprofundamento do tema, a fim de se garantir os princípios da radioproteção e a segurança do paciente em serviços de radiologia odontológica.

PALAVRAS CHAVE: Proteção radiológica, radiologia odontológica e radiação ionizante.

II CONGRESSO NACIONAL RADIOLOGIA EM FOCO

A OTIMIZAÇÃO DOS NÍVEIS DE RADIAÇÃO IONIZANTE E A PROTEÇÃO RADIOLÓGICA EM RELAÇÃO A QUALIDADE DA IMAGEM

SILVA, Gabrielle Nunes; HICKSON, Rosângela Silqueira; SANTOS, Vera Lucia Teodoro dos; FERREIRA, Thalita Lauanna Gonçalves da Silva; 

SILVA, Vinicius dos Reis.

 

RESUMO

O presente estudo tem como objetivo verificar na literatura a relação da otimização dos níveis de radiação ionizante e a proteção radiológica em relação à qualidade da imagem. As radiações ionizantes são aquelas que apresentam energia suficiente para remover um elétron de um átomo, provocando uma vacância na camada da eletrosfera, como exemplo: as radiações alfa, beta, gama e raios-X. Já a proteção radiológica seria a correlação linear entre dose e efeito, mesmo para baixos valores de dose. A otimização se baseia no princípio “As Low As Reasonably Achievable” - tão baixo quanto razoavelmente exequível, que preconiza que as exposições devem ser mantidas tão baixas quanto razoavelmente possíveis. Algumas orientações europeias que estão relacionadas à qualidade da imagem implicam na possibilidade do diagnóstico, na dose de radiação empregadas ao paciente e na técnica adequada. A redução das doses de radiação dos protocolos de exames tendem a diminuir os níveis de radiação e a sua exposição sem comprometimento da qualidade das imagens, a fim de possibilitar a otimização e a proteção radiológica.

PALAVRAS-CHAVES: Radiologia, otimização, raios-x e controle de qualidade.

OSTEOPOROSE: UM ALERTA A SAÚDE MUNDIAL

SOBRINHO, Michele da Silva

 

RESUMO

A osteoporose é uma doença que ocasiona a diminuição da densidade mineral óssea (DMO) com alteração da microarquitetura esquelética. Afeta homens e mulheres. Atualmente, estima-se que há 200 milhões de pessoas no mundo com osteoporose e que, em 2020, haverá 270 milhões de pessoas com a doença na Índia e China. O objetivo deste artigo é falar sobre a osteoporose e a importância de conhecer seus fatores de risco, prevenção, diagnóstico e tratamento. Para atingir o objetivo foi realizada uma revisão da literatura médica através do estudo de artigos científicos. Os artigos foram pesquisados A pesquisa confirmou a importância de conhecer mais sobre a doença e seus aspectos gerais, além da necessidade de ampliar a conscientização sobre sua forma de prevenção e identificação de seus fatores de risco.

PALAVRAS-CHAVE: Osteoporose, densitometria óssea e cálcio.

II CONGRESSO NACIONAL RADIOLOGIA EM FOCO

 

UTILIZAÇÃO DA BIOMICROSCOPIA ULTRASSÔNICA EM CASOS DE MELANOMA DIFUSO DE ÍRIS FELINO

SOUZA, Karoline Maia de; ANACLETO, Agatha Cristina Dias; ALBUQUERQUE, Gabrielle Silvestre Ribeiro Calheiros de; 

FERNANDES, Renata Avancini; PERLMANN, Eduardo; REIS, Daniela Alcântara Leite dos; SILVA, Marcos Vinícius Mendes da.

 

RESUMO

O melanoma difuso de íris é a neoplasia intraocular primária mais comum em felinos, com origem nos melanócitos da íris. Inicialmente, os gatos apresentam áreas multifocais de pigmentação, que tendem ao crescimento progressivo. A biomicroscopia ultrassônica (UBM) é um meio diagnóstico capaz de avaliar com maiores detalhes o segmento anterior do bulbo ocular, o qual possibilita determinar com precisão a espessura da íris. Foi relatado 2 casos de gatos com focos de pigmentação enegrecida na íris, após avaliação com a UBM seguido de histopatológico, diagnosticado melanoma difuso de íris onde havia evidente aumento da espessura da íris, e melanose difusa de íris, onde o exame por UBM mostrou normalidade de sua espessura. O exame de UBM pode avaliar anatomicamente a íris, corpo ciliar e ângulo iridocorneano sendo útil para diagnosticar lesões pigmentadas da íris em gato.

PALAVRAS-CHAVE: Gatos, neoplasia em gatos, ultrassom ocular e hiperpigmentação progressiva da íris.

II CONGRESSO NACIONAL RADIOLOGIA EM FOCO

 

A IMPORTÂNCIA DA RADIOGRAFIA INTRA-ORAL NO DIAGNÓSTICO DE AFECÇÕES ORAIS EM CÃES: RELATO DE CASO 

ALBUQUERQUE, Gabrielle Silvestre Ribeiro Calheiros de; SOUZA, Karoline Maia de; NAGY, Andreza; FERNANDES, Renata Avancini; JUNIOR, Marco Antônio Ferreira da Silva; PRESCINOTTO, Thiago; SILVA, Marcos Vinícius Mendes da.

 

RESUMO

A técnica intra-oral permite realizar um diagnóstico odontológico próximo ao ideal, diferentemente da técnica extra-oral. Foi realizado a técnica de radiografia intraoral em um cão com aumento de volume infraorbitário com o âmbito de diagnosticar a causa primária da lesão, já que o meio de diagnóstico pré-existente através da radiografia extra oral foi pouco conclusivo para tal afecção. A mesma é eficaz na detecção das estruturas adjacentes ao aumento de volume infraorbitário, encontrando até mesmo outras enfermidades na cavidade oral, mostrando-se a técnica de escolha para afecções.      

PALAVRAS-CHAVE: Radiografia, extra-oral e intra-oral.

II CONGRESSO NACIONAL RADIOLOGIA EM FOCO

 

ASPECTOS RADIOGRÁFICOS DA OSTEOPATIA HIPERTRÓFICA EM CÃES

 SILVA, Marcos Vinícius Mendes; CASTILHO, Carolina Katayama;  FERNANDES, Renata Avancini; REIS,Daniela de Alcantara Leite.

RESUMO

 O presente trabalho revisa a literatura médica veterinária a respeito da alterações radiográficas da osteopatia hipertrófica em cães. É uma doença que possui características osteoproliferativas periosteal generalizada nos ossos tubulares longos e curtos das extremidades distais dos membros, comumente relacionada com distúrbio cardiopulmonar ou com uma neoformação torácica. Os aspectos radiográficos visibilizados com maior frequência na OH são de neoformação óssea periosteal distribuída de forma simétrica, acometendo a região de diáfise dos ossos longos e falanges.

PALAVRAS-CHAVE: Radiografia, osteopatia, hipertrófica e cães.

CNPJ: 24.682.711/0001-51

Rua: Caçador, 34 - CEP: 02073-000

Tel. 11. 4262-0129 / Cel. 11. 97201-6585 (whatsApp)

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